Blog do Professor de Matemática
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Posts Tagged Matemáticos
Gênio Quizz
Posted by math in Curiosidades, Jogos, Matemática on 31 de outubro de 2010
Um jogo, interessante e criativo, trabalha com lógica matemática. Você vai se surpreender! Desafie-se!
E cuidado com as pegadinhas!
Fonte: LOL
Matemático russo recusa prêmio de US$ 1 milhão
Posted by math in Matemáticos, Pesquisa on 24 de março de 2010
Segundo o jornal Estadão,
O matemático russo Grigory Perelman recusou um prêmio de US$ 1 milhão oferecido pelo Instituto Clay de Matemática (CMI, na sigla em inglês), de Massachusetts, pela resolução da conjectura de Poincaré, informou a imprensa russa.
Divulgação/Congresso Internacional de Matemáticos
Entidades beneficientes pedem que matemático aceite o prêmio e entregue a elas
Na semana passada, o CMI anunciou o Prêmio do Milênio ao matemático russo pela solução de um dos maiores problemas mistérios da matemática, mas segundo o jornal Pravda, agências de notícias russas disseram que ele o recusou.
Há informações de que Perelman largou a matemática em 2006 e que vive em um apartamento com sua mãe, em São Petersburgo. Segundo vizinhos, o apartamento seria infestado de baratas.
O partido comunista russo e uma entidade beneficente que cuida de crianças em São Petersburgo fizeram um apelo a Perelman para que aceite o dinheiro e o entregue a eles.
Conjectura
Perelman, tido com excêntrico e recluso, solucionou a conjectura em artigos publicados na internet nos anos de 2002 e 2003.
Quando a solução do problema foi confirmada, em 2006, ele foi indicado para receber a Fields Medal — considerado o Nobel da matemática — mas recusou ao prêmio.
Na ocasião, o matemático afirmou que a medalha era irrelevante para ele e que o fato de a solução estar correta já seria reconhecimento suficiente.
Ele não compareceu à entrega da medalha, programada para ser feita pelo do Rei Juan Carlos, da Espanha, durante o Congresso Internacional de Matemáticos, em Madri, em 2006. O congresso é realizado a cada quatro anos.
A solução do problema também foi reconhecida como “Avanço do Ano” pela revista especializada Science, em 2006.
Antes disso, ele também tinha recusado um prêmio do Congresso Europeu de Matemáticos, em 1996.
A conjectura de Poincaré era um dos sete desafios levantados pela CMI para os chamados Prêmios do Milênio, lançados no ano 2000.
Os prêmios foram criados para chamar a atenção e recompensar a solução de alguns dos problemas mais difíceis enfrentados pelos matemáticos na virada do milênio. A conjectura de Poincaré foi o único problema solucionado até agora.
A conjectura de Poincaré foi formulada em 1904 pelo matemático francês Henri Poincaré e é de difícil compreensão para leigos e seria, segundo o CMI fundamental para se compreender formas tridimensionais.
Segundo a Wikipedia, a conjectura afirma que “qualquer variedade tridimensional fechada e com grupo fundamental trivial é homeomorfa a uma esfera tridimensional. Ou seja, num espaço com três dimensões fechado, sem ‘buracos’ deve ter a forma de uma esfera”.
TweetJean Le Rond D’Alembert
Posted by math in História, Jean Le Rond D'Alembert, Matemáticos on 18 de janeiro de 2010
Jean Le Rond D’Alembert abandonado quando pequeno nos degraus da igreja de St. Jean Baptista de Rond, perto de Notre-Dame, em Paris, foi adotado por um humilde casal. Mais tarde descobriu-se que seu pai era o general da artilharia Chevalier Destouches e sua mãe a aristocrática escritora Madame de Tenoim mas D’Alembert, quando se tornou famoso matemático, preferiu ser reconhecido como filho de seus pais adotivos.
Teve ampla instrução em Direito, Medicina, Ciências e Matemática, colaborando com Diderot nos 28 volumes da “Enciclopédia”.
Em 1754 tornou-se secretário perpétuo da “Academia das Ciências” e já era o mais influente cientista francês.
D’ Alembert mantinha correspondência com Euler cujos interesses eram muito parecidos quanto aos logaritmos de números negativos, mas achava discutível o uso de séries infinitas de Euler e também fazia objeções sobre seu conceito de diferenciais.
Achando fundamental a idéia de limite no Cálculo, chegou a definir esse conceito em um de seus escritos, porém, sua definição não foi tão clara como as de Leibniz e Euler. D’Alembert negava a idéia que temos hoje sobre infinito pois pensava em grandezas geométricas e não em teoria dos conjuntos.
Uma de suas preocupações básicas era a prova de que toda operação algébrica efetuada sobre números complexos resultaria em número complexo mostrando que o sistema formado por eles é algebricamente fechado, admitindo que um cálculo de variáveis complexas seguiria o mesmo esquema do cálculo para combinações algébricas de variáveis reais.
Em “Teoria das Probabilidades”, assim como Euler, escreveu sobre problemas de expectativa de vida, valor de uma unidade, loterias, opondo-se muitas vezes às idéias da época como na probabilidade de obter cara em dois lançamentos de uma moeda que para ele seria 2/3 e não 3/4 como é usual.
D’ Alembert, em seu “Tratado de Dinâmica” enunciou seu célebre princípio: “as ações e reações internas de um sistema de corpos rígidos em movimento estão em equilíbrio”.
Em conseqüência de suas atividades e sendo amigo de Voltaire e outros filósofos, foi um dos que abriram caminho para a Revolução Francesa, mas morreu antes da queda da Bastilha, no mesmo ano que Euler.
Jean Le R. D’Alembert (1717 — 1783)
Bibliografia: Fundamentos de Matemática Elementar
Gelson Iezzi
Atual Editora
Fonte: Calculu
Para saber mais: Wikipedia
TweetMorre aos 83 anos homem que ensinou as máquinas a pensar
Posted by math in Matemáticos, Notícias, Pesquisadores on 13 de janeiro de 2010
Quando criança, Ray Solomonoff desenvolveu uma paixão pelos teoremas matemáticos que duraria toda a vida e, na adolescência, se deixou cativar pela ideia de criar máquinas capazes de aprender e, um dia, de pensar. Em 1952 ele foi apresentado a Marvin Minsky, cientista cognitivo que também estava explorando a ideia de máquinas aprendizes, e ao jovem matemático John McCarthy. Passados quatro anos, os três, com a ajuda de outros setes cientistas, haviam criado um novo campo de trabalho, como parte do Projeto de Pesquisa de Verão do Dartmouth College, ao qual deram o nome de inteligência artificial.
O trabalho realizado por eles se tornou um marco no campo da inteligência artificial (termo cunhado por McCarthy, então professor de matemática no Dartmouth) e no da computação moderna. O grupo propôs um programa de estudos que afirmava que “o estudo deve proceder com base na conjectura de que cada aspecto de aprendizado ou qualquer outro recurso de inteligência pode, em princípio, ser descrito com tamanha precisão que uma máquina seria capaz de simulá-lo”.
No verão seguinte, Allen Newell, J. C. Shaw e Herbert Simon, pesquisadores do Instituto Carnegie de Tecnologia (hoje Universidade Carnegie Mellon), desenvolveram um programa para descobrir provas de teoremas lógicos. Simulado manualmente em 1955, o programa, chamado Logic Theorist, foi demonstrado na conferência de Dartmouth naquele ano e é considerado como o primeiro esforço de criação de um programa de inteligência artificial.
Solomonoff, que morreu no último dia 7 de dezembro, em Boston, aos 83 anos, mas cuja morte não foi divulgada publicamente, mergulhou ainda mais nesse campo em 1960, quando desenvolveu a ideia de probabilidade algorítmica.
A ideia emergiu de seu esforço para enfrentar o problema da indução: dada uma longa sequência de símbolos que descrevesse eventos reais, de que forma se poderia extrapolar a sequência? A ideia deu origem a uma nova abordagem quanto à teoria da probabilidade. Solomonoff continuou trabalhando e foi pioneiro na aplicação da teoria da probabilidade à solução de problemas de inteligência artificial. Mas nos anos 60 e 70 ele estava à frente de sua era e a abordagem que propunha inicialmente teve pouco impacto sobre o campo de estudos. Mais recentemente, a teoria probabilística ganhou prestígio entre os pesquisadores da inteligência artificial e é hoje a abordagem dominante.
“Ray realizou trabalhos iniciais sobre as fundações teóricas desses sistemas, concentrado em compreender como gerar e designar probabilidades de sequências de símbolos, que podiam ser mapeadas de forma a enfrentar o desafio de prever o que acontecer a seguir, tendo por base aquilo que tenha sido visto até o momento em questão”, disse Eric Horvitz, cientista da computação na Microsoft e ex-presidente da Associação para o Progresso da Inteligência Artificial. “Para além de seu trabalho técnico de fundamentos”, disse Horvitz, Solomonoff também foi “um proponente apaixonado da abordagem probabilística na inteligência artificial, com a promessa de criar sistemas de computação capazes de aprender e de raciocinar em situações de incerteza”.
O trabalho que ele realizou no começo dos anos 60 antecede as pesquisas do matemático russo Andrei Kolmogorov, um pioneiro nas pesquisas da teoria da informação, que posteriormente reconheceu a influência do trabalho de Solomonoff sobre as suas pesquisas.
Solomonoff posteriormente passou a se dedicar às consequências da inteligência artificial. Em 1985, ele escreveu um estudo que especulava sobre o custo e o tempo que seriam necessários para desenvolver uma máquina com inteligência muitas vezes superior à de um grupo de seres humanos. Ele definia essa questão como o “ponto infinito”. A ideia antecede a precisão do cientista da computação Vernor Vinge, que em 1993 especulou sobre uma evolução semelhante na inteligência mecânica, que ele definiu como “a singularidade”.
Nascido em Cleveland em 25 de julho de 1926, Solomonoff era filho de imigrantes russos, Julius e Sarah Solomonoff. Ele estudou Física na Universidade de Chicago e conseguiu seu mestrado em 1951. Ferozmente independente, ele trabalhou de maneira autônoma por boa parte de sua vida, assumindo postos em diversas instituições como professor visitante. Em 2001, ele foi professor visitante no Instituto Dalle Molle de Inteligência Artificial, em Lugano, Suíça, e mais recentemente exerceu o mesmo papel no Centro de Pesquisa e Aprendizado de Computação na Universidade de Londres.
Ele deixa a mulher, Grace, que informou que a causa de sua morte foi um aneurisma cerebral rompido. Solomonoff vivia em Cambridge, Massachusetts, e também tinha uma casa em New Ipswich, New Hampshire, que ele mesmo construiu e era aquecida por duas fileiras de lâmpadas no teto, um feito tornado possível pelo pesado isolamento que ele instalou e por coberturas isolantes para as janelas.
Fonte: Portal Terra
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times (John Markoff)
TweetTestes Matemáticos dos Melhores Vestibulares
Posted by math in Conteúdo, Professores, Vestibulares on 30 de setembro de 2009
DIVERSAS QUESTÕES DE VESTIBULARES E SEUS CONTEÚDOS MATEMÁTICOS

teste para vestibular
Para melhor visualizar os exercícios, baixe a fonte SPARIAL e insira na pasta fontes do painel de controle do seu computador:
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ÁLGEBRA/NÚMEROS
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GEOMETRIA
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TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO
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