Archive for category Professores

Dez coisas que um professor não deve fazer

pro­fes­sor

Dez coi­sas que um pro­fes­sor, tem von­tade, mas nuca deve fazer!

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História do Infinito

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre: His­tó­ria do Infinito


Pales­trante: Thiane

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

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Matemática e Música

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre Mate­má­tica e Música


Pales­trante: Maíra e Deividi

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

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Livro Didático Público de Matemática

Título: Livro Didá­tico Público de Matemática

Alice Kazue Takahashi Lopes
Clau­dia Vanessa Cavi­chi­olo
Daisy Maria Rodri­gues
Doni­zete Gon­çal­ves da Cruz
Loreni Apa­re­cida Fer­reira Bal­din
Mar­cia Vivi­ane Bar­betta Manosso
Mírian Lon­ga­retti
Neusa Idick Scher­pinski
Roberto José Medei­ros Junior

Gênero: Edu­ca­tivo

Ao longo de todos esses anos, você tem estu­dado Mate­má­tica e, pro­va­vel­mente, con­se­gue reco­nhe­cer algu­mas situ­a­ções em que ela é fun­da­men­tal e está mais evi­dente. Diante das situ­a­ções viven­ci­a­das no coti­di­ano de seus estu­dos e pes­qui­sas, você já se ques­ti­o­nou sobre:

O que é Mate­má­tica? Para que ela serve? Quando vou usá-la?

Parece difí­cil pen­sar res­pos­tas em pou­cas pala­vras por­que a impres­são que temos é que sem­pre pode­re­mos complementá-las. Isto se deve ao fato da Mate­má­tica ter sido cons­truída ao longo da his­tó­ria da huma­ni­dade e quase sem­pre rela­ci­o­nada com outras áreas do conhe­ci­mento. E você faz parte dessa his­tó­ria de cons­tru­ção! Alguma vez você já pen­sou sobre isso?

A mate­má­tica é uma ciên­cia que pro­vém da cons­tru­ção humana, seus con­cei­tos sur­gi­ram da neces­si­dade do homem resol­ver situ­a­ções­pro­blema. Essas situ­a­ções nor­mal­mente estão rela­ci­o­na­das com outras áreas, mas nem sem­pre, em momen­tos que fica­mos diante de uma situ­a­ção real, per­ce­be­mos que esta­mos usando con­cei­tos mate­má­ti­cos, mas eles estão pre­sen­tes. Afi­nal, a mate­má­tica não é ape­nas uma dis­ci­plina, é uma forma de pen­sar que deve estar ao alcance de todos. Sendo assim, somos capa­zes de apren­der mate­má­tica, inde­pen­dente do meio social que esta­mos inse­ri­dos, uma vez que ela é parte inte­grante de nos­sas raí­zes culturais.

Con­tem­pla­mos neste livro os con­teú­dos estru­tu­ran­tes – Núme­ros e Álge­bra, Fun­ções, Geo­me­trias e Tra­ta­mento da Infor­ma­ção –, os quais não se esgo­tam nas abor­da­gens esco­lhi­das pelos auto­res, sendo pos­sí­veis mui­tas outras.

Opta­mos por não apre­sen­tar, sem­pre que pos­sí­vel, as defi­ni­ções e demons­tra­ções das rela­ções mate­má­ti­cas, para que você, aluno, par­ti­cipe da cons­tru­ção das mes­mas e que, dessa forma, a mate­má­tica lhe pos­si­bi­lite lei­tu­ras de mundo, con­tri­buindo na for­ma­ção do seu pen­sa­mento mate­má­tico crí­tico, o qual influi nas toma­das de deci­sões em diver­sas ações do coti­di­ano. E por que essa con­cep­ção para se abor­dar con­teú­dos de matemática?

Isso se deve ao fato de que no ensino da Mate­má­tica esco­lar tem se enfa­ti­zado méto­dos que se fun­da­men­tam no rigor das demons­tra­ções mate­má­ti­cas. Essa prá­tica favo­rece o cará­ter mera­mente uti­li­tá­rio, que cria con­di­ções para o manejo mecâ­nico do objeto mate­má­tico de forma a resol­ver situações-problema, sem a devida pre­o­cu­pa­ção de bus­car a vali­dade e acei­ta­ção científica.

Ela­bo­ra­mos esses tex­tos com o obje­tivo de que você, estu­dante, con­ceba a Mate­má­tica como uma ciên­cia a ser expe­ri­en­ci­ada. Assim, é pos­sí­vel vivenciá-la por meio de situações-problema do seu coti­di­ano, pos­si­bi­li­tando a explo­ra­ção dos con­cei­tos mate­má­ti­cos atra­vés de ati­vi­da­des, pelas quais possa enten­der os seus significados.

Nessa con­cep­ção, valorizam-se as dis­tin­tas manei­ras de mani­fes­ta­ção do conhe­ci­mento mate­má­tico, ou seja, as quan­ti­da­des e as for­mas espa­ci­ais como meio para pro­du­zir­mos um raci­o­cí­nio e uma lógica mate­má­tica a par­tir das situ­a­ções liga­das às nos­sas expe­ri­ên­cias pes­so­ais e coletivas.

Essas idéias aqui defen­di­das nos per­mi­tem pen­sar em uma prá­tica de ensino de mate­má­tica numa pers­pec­tiva crí­tica, que arti­cula o conhe­ci­mento mate­má­tico com as outras áreas, con­tri­buindo na solu­ção de pro­ble­mas pre­sen­tes no meio social, polí­tico, econô­mico e his­tó­rico no qual nos inserimos.

No ensino da Mate­má­tica, a abor­da­gem expe­ri­en­ci­ada pelo valor for­ma­tivo pos­si­bi­lita a você, estu­dante, criar no seu ima­gi­ná­rio, uma heu­rís­tica que, por meio da ela­bo­ra­ção de hipó­te­ses, ori­ente a busca de solu­ções para as situações-problema. Uma abor­da­gem inte­res­sante para nós é a que leva em con­si­de­ra­ção o valor esté­tico. Esta pos­si­bi­lita por meio da geo­me­tria, inter­vir na mudança do espaço onde cir­cu­la­mos e vive­mos, resul­tado do espí­rito inven­tivo do ser humano, que faz a pes­soa per­ce­ber a beleza atra­vés da apre­ci­a­ção, sen­si­bi­li­dade e, por con­se­guinte, de esta­dos emo­ci­o­nais diversos.

As pro­du­ções que fazem parte deste Livro Didá­tico Público da Dis­ci­plina de Mate­má­tica, pro­cu­ram par­tir de situ­a­ções de nossa vivên­cia e con­si­de­ram a inves­ti­ga­ção mate­má­tica como fun­da­mento teórico-metodológico para dire­ci­o­nar a prá­tica docente. Sendo assim, ao resol­ver um pro­blema mate­má­tico, pen­sa­mos nos estu­dan­tes usando eta­pas, tais como: a obser­va­ção, a explo­ra­ção, a for­mu­la­ção de con­jec turas, a pes­quisa teó­rica, a con­fir­ma­ção das con­jec­tu­ras e, final­mente, a vali­da­ção ou refu­ta­ção das conjecturas.

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A maldição do professor

pro­fes­sor

Recebi esse texto abaixo, hoje, por e-mail. Achei inte­res­sante, então, resolvi compartilhá-lo com vocês, pois em diver­sos momen­tos do texto, me iden­ti­fico . Caso você seja pro­fes­sor, pro­va­vel­mente vai tam­bém se iden­ti­fi­car com o texto.

Conta a lenda que, quando Deus libe­rou o conhe­ci­mento sobre como ensi­nar os homens, deter­mi­nou que aquele “saber” fica­ria res­trito a um grupo muito sele­ci­o­nado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se acha­vam “semi-deuses”, alguém traiu as deter­mi­na­ções divinas…

Aí acon­te­ceu o pior!
Deus, bravo com a trai­ção, resol­veu fazer valer alguns mandamentos:


1º — Não terás vida pes­soal, fami­liar ou sen­ti­men­tal.

2º — Não verás teu filho cres­cer.

3º — Não terás feri­ado, fins de semana ou qual­quer outro tipo de folga.

4º — Terás gas­trite, se tive­res sorte. Se for como os demais terás úlcera.

5º — A pressa será teu único amigo e as suas refei­ções prin­ci­pais serão os lan­ches, as piz­zas e o china in box.

6º — Teus cabe­los fica­rão bran­cos antes do tempo, isso se te sobra­rem cabe­los.

7º — Tua sani­dade men­tal será posta em che­que antes que com­ple­tes 5 anos de tra­ba­lho;

8º — Dor­mir será con­si­de­rado período de folga, logo, não dor­mi­rás.

9º — Tra­ba­lho será teu assunto pre­fe­rido, tal­vez o único.

10º — As pes­soas serão divi­di­das em 2 tipos: as que ensi­nam e as que não enten­dem. E verás graça nisso.

11º — A máquina de café será a tua melhor colega de tra­ba­lho, porém, a cafeína não te farás mais efeito.

12º — Happy Hours serão exce­len­tes opor­tu­ni­da­des de ter algum tipo de con­tato com outras pes­soas lou­cas como você.

13º — Terás sonhos, com cro­no­grama, pla­ne­ja­mento, pro­vas, fichas de alu­nos, pro­vas subs­ti­tu­ti­vas e não raro, resol­ve­rás pro­ble­mas de tra­ba­lho neste período de sono.

14º — Exi­bi­rás olhei­ras como tro­féu de guerra.

15º — E, o pior.….… inex­pli­ca­vel­mente gos­ta­rás de tudo isso…

16º Serás cha­mado de PROFESSOR!

E fina­li­zando, eis a nossa ora­ção (docente):

ORAÇÃO DO PROFESSOR

Pla­ne­ja­mento que estais no computador

Car­re­gado seja o Vosso Programa

Venha a nós o vosso ensinamento

Seja gerada a ficha de lançamento

Assim no Diá­rio como no email

A con­tra­par­tida nossa de cada dia nos dai hoje,

Per­doai os nos­sos deslizes

Assim como nós per­do­a­mos quando há deslizes

Não nos dei­xeis cair em Auditoria

E livrai-nos da Fis­ca­li­za­ção da direção

Amém.

Envi­ado por: Lafai­ete Fontes

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A cada dia, um professor se licencia por dois anos

Segundo FÁBIO TAKAHASHI, da Folha Online:

O pro­fes­sor de his­tó­ria Car­los, 42, fala sozi­nho às vezes. Seu cora­ção, conta, dis­para sem motivo apa­rente. “Não con­se­guia con­tro­lar os alu­nos. Que­ria pas­sar o con­teúdo, pou­cos me ouviam. Foi me dando uma angús­tia. Fiquei nervoso.”

Não era assim. “Eu era bem calmo”, afirma, referindo-se ao período ante­rior a 2004, quando entrou como docente tem­po­rá­rio na rede de ensino paulista.

Apro­vado um ano depois em con­curso, foi con­si­de­rado apto a dar aulas, na zona sul da capi­tal. Pas­sa­dos três anos, obteve uma licença médica, que se renova até hoje, sob o diag­nós­tico de dis­fo­ria –ansi­e­dade, depres­são e inquietude.

Car­los espera nova perí­cia. Quer se tor­nar rea­dap­tado –situ­a­ção de ser­vi­do­res com gra­ves pro­ble­mas de saúde, que ficam ao menos dois anos afas­ta­dos da sala de aula. Fazem ati­vi­da­des admi­nis­tra­ti­vas na secre­ta­ria e na bibli­o­teca, por exemplo.

De janeiro até a última sexta-feira, 194 docen­tes (mais de um por dia) da rede pau­lista foram rea­dap­ta­dos, aponta levan­ta­mento da Folha no “Diá­rio Ofi­cial”. Pelos cál­cu­los da pro­fes­sora Maria de Lour­des de Moraes Pez­zuol, que fez uma pes­quisa finan­ci­ada pela Secre­ta­ria da Edu­ca­ção, 8% de todos os pro­fes­so­res da rede estão readaptados.

Os casos mais recor­ren­tes são pro­ble­mas nas cor­das vocais, na coluna e psi­co­ló­gi­cos. A autora do estudo é ela pró­pria uma pro­fes­sora readaptada.

Entre os ser­vi­do­res da Edu­ca­ção, o índice desse tipo de afas­ta­mento é maior que dos demais: 79% dos rea­dap­ta­dos tra­ba­lham nas esco­las, cate­go­ria que soma 53% do funcionalismo.

POR QUE ADOECEM

Pes­qui­sa­do­res apon­tam duas razões para tan­tas licen­ças. A pri­meira é a con­cep­ção da escola, que requer para as aulas estu­dan­tes qui­e­tos e enfi­lei­ra­dos. “Isso não existe mais. Esta gera­ção é muito ativa. O pro­fes­sor se vê frus­trado dia a dia por não con­se­guir a aten­ção deles”, diz o soció­logo Rudá Ricci, que faz pes­qui­sas com edu­ca­do­res de redes públi­cas do país, inclu­sive no muni­cí­pio de São Paulo.

A outra razão são as con­di­ções de tra­ba­lho. Em geral, os pro­fes­so­res dão aulas em clas­ses com mais de 35 alu­nos, pos­suem mui­tas tur­mas e pou­cos recur­sos (não há, por exem­plo, micro­fone). Estudo divul­gado na semana pas­sada pelo Ins­ti­tuto Brau­del e pelo pro­grama Ful­bright mos­tra que os docen­tes pau­lis­tas têm con­di­ções pio­res que os de Nova York.

Têm carga maior (33 horas sema­nais em sala, ante 25) e pos­suem mais alu­nos por sala (35 e 26, respectivamente).

Fonte: Folha Online

Fora a com­pa­ra­ção sala­rial que não foi colo­cada na repor­ta­gem, veja abaixo:

Como pro­fes­sor titu­lar de cargo, eu Car­los Roberto da Silva, estou recen­te­mente afas­tado por 2 anos no Estado do de São Paulo, pois, nas par­ti­cu­la­res e facul­da­des sou melhor remunerado.

Opine!

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MEC cria prova nacional para seleção de professores iniciantes

Segundo a Folha Online:

pro­fes­sor

O MEC (Minis­té­rio da Edu­ca­ção) vai rea­li­zar a par­tir de 2011 uma prova naci­o­nal para sele­ção de pro­fes­so­res ini­ci­an­tes, que pode sub­si­diar con­cur­sos públi­cos esta­du­ais e muni­ci­pais. A por­ta­ria que ins­ti­tui o exame foi publi­cada nesta segunda-feira do “Diá­rio Ofi­cial da União”.

A prova –que rece­beu o nome de Exame Naci­o­nal de Ingresso na Car­reira Docente– será feita pelo Inep (Ins­ti­tuto Naci­o­nal de Estu­dos e Pes­qui­sas Edu­ca­ci­o­nais Aní­sio Tei­xeira) e vai ava­liar conhe­ci­men­tos, com­pe­tên­cias e habi­li­da­des dos can­di­da­tos ao ingresso na docên­cia do ensino básico e fun­da­men­tal. O sis­tema de ava­li­a­ção será seme­lhante ao do Enem (Exame Naci­o­nal do Ensino Médio).

Com a nota adqui­rida na prova, o pro­fes­sor poderá ingres­sar em qual­quer rede de ensino que esteja cadas­trada no pro­grama. De acordo com texto publi­cado no “Diá­rio Ofi­cial”, as Secre­ta­rias de Edu­ca­ção inte­res­sa­das em uti­li­zar os resul­ta­dos da prova deve­rão for­ma­li­zar ade­são no Inep. Já a forma de uti­li­za­ção dos resul­ta­dos será deter­mi­nada por cada secre­ta­ria que aderir.

O Inep já rea­liza desde a semana pas­sada uma con­sulta pública sobre o con­teúdo que deve ser exi­gido de um pro­fes­sor que ingressa na edu­ca­ção infan­til ou no ensino fun­da­men­tal. Pes­soas e ins­ti­tui­ções podem par­ti­ci­par pelo site do Inep.

“As cola­bo­ra­ções devem ser fei­tas a par­tir de um sis­tema que lista 16 temas cen­trais, cada um com uma série de tópi­cos rela­ci­o­na­dos às habi­li­da­des a serem demons­tra­das pelos can­di­da­tos a pro­fes­sor”, diz infor­ma­ção no site do Inep.

Infor­ma­ções como datas de rea­li­za­ção da prova, valor da ins­cri­ção ainda não foram defi­ni­dos e devem ser escla­re­ci­dos em nova por­ta­ria publi­cada pelo Inep.

O que você acha dessa mudança? Opine!

Fonte: Folha Online

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São Paulo cai quatro posições em ranking salarial de docentes

Segundo a Folha Online:

“A rede esta­dual pau­lista de ensino caiu qua­tro posi­ções desde 2007 no ran­king naci­o­nal de salá­rios ini­ci­ais, para pro­fes­so­res da edu­ca­ção básica. Ocupa hoje a 14ª colo­ca­ção entre os 27 Estados.”

Esses dados jus­ti­fi­cam a greve rea­li­zada pelos pro­fes­so­res esta­du­ais rea­li­zada desde o iní­cio do mês de março.

Ainda de acordo com o levan­ta­mento feito pela Folha:

” no sis­tema pau­lista, o salá­rio é de R$ 1.834, para uma jor­nada de 40 horas sema­nais. Foi con­si­de­rada a remu­ne­ra­ção ini­cial (que abrange metade da rede esta­dual de SP) dos docen­tes com for­ma­ção supe­rior. A hora-aula paga em São Paulo equi­vale à metade da de Roraima, uni­dade com a melhor remuneração.”

Quando será que o Bra­sil vai, de fato, dei­xar de pagar um salá­rio de misé­ria para o professorado?

Sin­ce­ra­mente, estou com 39 anos, e 15 anos de magis­té­rio no estado de São Paulo e  com cer­teza não esta­rei vivo para ver esse dia che­gar. Assim como vários ami­gos de pro­fis­são não vou con­ti­nuar como pro­fes­sor da rede pública, pois estou bas­tante des­mo­ti­vado, entre diver­sos moti­vos o salá­rio que é real­mente uma miséria.

Os pro­fes­so­res de São Paulo estão em greve há quase um mês e  exi­gem rea­juste de 34,3%. Será que é pedir muito para o Estado mais rico do Brasil?

Veja o ran­king dos Estados:

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Professores do estado de São Paulo estão em greve!

Pro­fes­so­res do estado de São Paulo estão em greve!

Veja o que diz o gover­na­dor José Serra, em entre­vista na Folha Online:

Serra ignora greve dos pro­fes­so­res de SP; ouça

áudio de Jose Serra

da Folha Online

No pro­grama sema­nal de rádio “Con­versa com o Gover­na­dor”, José Serra (PSDB) aborda a Edu­ca­ção em São Paulo e explica o fun­ci­o­na­mento do Pro­grama de Valo­ri­za­ção pelo Mérito — que prevê aumento de salá­rio para pro­fis­si­o­nais de esco­las cujos alu­nos obti­ve­rem melho­res desempenhos.

“A car­reira do pro­fes­sor está vol­tando a ser atra­ente”, diz o gover­na­dor. Neste ano, o Estado abriu con­curso para 10 mil novas vagas. No total, foram mais de 261 mil ins­cri­tos. “Se fosse mau negó­cio, você não teria 26 can­di­da­tos para cada vaga”, afirma Serra.

O gover­na­dor não men­ci­o­nou, porém, a greve dos pro­fes­so­res da rede esta­dual de ensino. De acordo com a Ape­o­esp (Sin­di­cato dos Pro­fes­so­res do Ensino Ofi­cial de São Paulo), nesta terça-feira (9), a ade­são che­gou a 55% da categoria.

Em nota, a Secre­tá­ria da Edu­ca­ção afir­mou que as esco­las esta­du­ais fun­ci­o­na­ram nor­mal­mente, e que a ade­são foi de cerca de 1% dos professores.

A pasta vol­tou a dizer que a ação “é prova de que a ten­ta­tiva de greve é um movi­mento polí­tico, ini­migo da edu­ca­ção de São Paulo e con­trá­rio até mesmo aos inte­res­ses dos pró­prios professores”.

A prin­ci­pal rei­vin­di­ca­ção da Ape­o­esp é um rea­juste sala­rial de 34,3%.

Sorry, there are no polls avai­la­ble at the moment. 

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PEB2: CONCURSO DE DOCENTE EM SP TEM 26 CANDIDATOS POR VAGA

pro­fes­sor

A prova será rea­li­zada no dia 28 de março; há exi­gên­cia de nível supe­rior de esco­la­ri­dade para par­ti­ci­par da sele­ção.
A secre­ta­ria de Edu­ca­ção do Estado de São Paulo divul­gou, nesta sexta-feira (19), que 261.382 can­di­da­tos estão ins­cri­tos para o con­curso de 10 mil vagas de professores.

A prova para PEB 2 (pro­fes­so­res dos ensi­nos fun­da­men­tal e médio) e docen­tes para edu­ca­ção espe­cial será rea­li­zada no dia 28 de março. Há exi­gên­cia de nível supe­rior de esco­la­ri­dade para par­ti­ci­par da sele­ção. Segundo a secre­ta­ria de Edu­ca­ção, os salá­rios variam entre R$ 549 (para carga horá­ria de 12 horas sema­nais) e R$ 1.834,85 (para 40 horas semanais).

A par­tir do dia 22 de feve­reiro, os can­di­da­tos pode­rão con­fe­rir no site da Fun­da­ção Car­los Cha­gas, res­pon­sá­vel pelo exame, se a ins­cri­ção foi efe­ti­vada. Caso con­trá­rio, deverá entrar em con­tato com o Ser­viço de Aten­di­mento ao Can­di­dato — SAC da Fun­da­ção Car­los Cha­gas pelo tele­fone (11) 3723–4388.

As vagas dis­po­ní­veis são para docen­tes nas dis­ci­pli­nas de arte, bio­lo­gia, ciên­cias físi­cas e bio­ló­gi­cas, edu­ca­ção física, filo­so­fia, física, geo­gra­fia, his­tó­ria, inglês, lín­gua por­tu­guesa, mate­má­tica, quí­mica, soci­o­lo­gia e edu­ca­ção espe­cial — defi­ci­ên­cias audi­tiva, física, men­tal e visual. O can­di­dato ainda deverá com­pro­var con­clu­são de curso supe­rior — licen­ci­a­tura de gra­du­a­ção plena, com habi­li­ta­ção espe­cí­fica na área pre­ten­dida, ou for­ma­ção supe­rior na área cor­res­pon­dente e com­ple­men­ta­ção nos ter­mos da legislação.

Habi­li­da­des e com­pe­tên­cias exigidas

A bibli­o­gra­fia básica para o con­curso e a indi­ca­ção dos per­fis de habi­li­dade e com­pe­tên­cias reque­ri­dos para o cargo foram publi­ca­das no Diá­rio Ofi­cial do Estado do dia 28 de janeiro de 2010 e estão dis­po­ní­veis no site da [url=http://www.crmariocovas.sp.gov.br/ccs_l.php?t=BibliografiaP10]Secretaria da Educação[/url].

A publi­ca­ção deter­mina per­fil, docu­men­tos exi­gi­dos e bibli­o­gra­fia geral e espe­cí­fi­cos para cada uma das dis­ci­pli­nas: lín­gua por­tu­guesa, arte, edu­ca­ção física, inglês, mate­má­tica, ciên­cias, física, quí­mica, bio­lo­gia, his­tó­ria, geo­gra­fia, filo­so­fia e soci­o­lo­gia. Aos docen­tes da edu­ca­ção básica II são soli­ci­ta­dos conhe­ci­men­tos como cul­tura geral e pro­fis­si­o­nal; dimen­sões cul­tu­rais, soci­ais, polí­ti­cas e econô­mi­cas da edu­ca­ção; conhe­ci­mento peda­gó­gico; conhe­ci­mento sobre cri­an­ças, jovens e adul­tos, entre outros, além daque­les espe­ci­fi­ca­mente refe­ri­dos à sua habi­li­ta­ção. Para Edu­ca­ção Espe­cial, espera-se que o pro­fes­sor conheça as par­ti­cu­la­ri­da­des de cada tipo de defi­ci­ên­cia, para que possa dar aten­di­mento per­so­na­li­zado aos alunos.

O con­teúdo, padro­ni­zado pelo órgão, é o mesmo a ser uti­li­zado nos três tipos de exa­mes: pro­cesso sele­tivo de pro­fes­so­res tem­po­rá­rios, Sis­tema de Pro­mo­ção (Pro­grama Valo­ri­za­ção Pelo Mérito) e con­cur­sos públi­cos para pro­vi­mento de car­gos. A bibli­o­gra­fia padro­ni­zada poderá sofrer alte­ra­ção caso algum dos exem­pla­res lis­ta­dos seja esgo­tado. Nesse caso, a secre­ta­ria poderá ado­tar novos títu­los que con­te­nham o mesmo conteúdo.

*Com infor­ma­ções da Secre­ta­ria de Edu­ca­ção do Estado de São Paulo.

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