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E se houvesse apenas 100 pessoas no mundo?

A esta­tís­tica e os resul­ta­dos de uma amos­tra questionam:

E você, con­corda com esses resultados?

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A cada dia, um professor se licencia por dois anos

Segundo FÁBIO TAKAHASHI, da Folha Online:

O pro­fes­sor de his­tó­ria Car­los, 42, fala sozi­nho às vezes. Seu cora­ção, conta, dis­para sem motivo apa­rente. “Não con­se­guia con­tro­lar os alu­nos. Que­ria pas­sar o con­teúdo, pou­cos me ouviam. Foi me dando uma angús­tia. Fiquei nervoso.”

Não era assim. “Eu era bem calmo”, afirma, referindo-se ao período ante­rior a 2004, quando entrou como docente tem­po­rá­rio na rede de ensino paulista.

Apro­vado um ano depois em con­curso, foi con­si­de­rado apto a dar aulas, na zona sul da capi­tal. Pas­sa­dos três anos, obteve uma licença médica, que se renova até hoje, sob o diag­nós­tico de dis­fo­ria –ansi­e­dade, depres­são e inquietude.

Car­los espera nova perí­cia. Quer se tor­nar rea­dap­tado –situ­a­ção de ser­vi­do­res com gra­ves pro­ble­mas de saúde, que ficam ao menos dois anos afas­ta­dos da sala de aula. Fazem ati­vi­da­des admi­nis­tra­ti­vas na secre­ta­ria e na bibli­o­teca, por exemplo.

De janeiro até a última sexta-feira, 194 docen­tes (mais de um por dia) da rede pau­lista foram rea­dap­ta­dos, aponta levan­ta­mento da Folha no “Diá­rio Ofi­cial”. Pelos cál­cu­los da pro­fes­sora Maria de Lour­des de Moraes Pez­zuol, que fez uma pes­quisa finan­ci­ada pela Secre­ta­ria da Edu­ca­ção, 8% de todos os pro­fes­so­res da rede estão readaptados.

Os casos mais recor­ren­tes são pro­ble­mas nas cor­das vocais, na coluna e psi­co­ló­gi­cos. A autora do estudo é ela pró­pria uma pro­fes­sora readaptada.

Entre os ser­vi­do­res da Edu­ca­ção, o índice desse tipo de afas­ta­mento é maior que dos demais: 79% dos rea­dap­ta­dos tra­ba­lham nas esco­las, cate­go­ria que soma 53% do funcionalismo.

POR QUE ADOECEM

Pes­qui­sa­do­res apon­tam duas razões para tan­tas licen­ças. A pri­meira é a con­cep­ção da escola, que requer para as aulas estu­dan­tes qui­e­tos e enfi­lei­ra­dos. “Isso não existe mais. Esta gera­ção é muito ativa. O pro­fes­sor se vê frus­trado dia a dia por não con­se­guir a aten­ção deles”, diz o soció­logo Rudá Ricci, que faz pes­qui­sas com edu­ca­do­res de redes públi­cas do país, inclu­sive no muni­cí­pio de São Paulo.

A outra razão são as con­di­ções de tra­ba­lho. Em geral, os pro­fes­so­res dão aulas em clas­ses com mais de 35 alu­nos, pos­suem mui­tas tur­mas e pou­cos recur­sos (não há, por exem­plo, micro­fone). Estudo divul­gado na semana pas­sada pelo Ins­ti­tuto Brau­del e pelo pro­grama Ful­bright mos­tra que os docen­tes pau­lis­tas têm con­di­ções pio­res que os de Nova York.

Têm carga maior (33 horas sema­nais em sala, ante 25) e pos­suem mais alu­nos por sala (35 e 26, respectivamente).

Fonte: Folha Online

Fora a com­pa­ra­ção sala­rial que não foi colo­cada na repor­ta­gem, veja abaixo:

Como pro­fes­sor titu­lar de cargo, eu Car­los Roberto da Silva, estou recen­te­mente afas­tado por 2 anos no Estado do de São Paulo, pois, nas par­ti­cu­la­res e facul­da­des sou melhor remunerado.

Opine!

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MEC cria prova nacional para seleção de professores iniciantes

Segundo a Folha Online:

pro­fes­sor

O MEC (Minis­té­rio da Edu­ca­ção) vai rea­li­zar a par­tir de 2011 uma prova naci­o­nal para sele­ção de pro­fes­so­res ini­ci­an­tes, que pode sub­si­diar con­cur­sos públi­cos esta­du­ais e muni­ci­pais. A por­ta­ria que ins­ti­tui o exame foi publi­cada nesta segunda-feira do “Diá­rio Ofi­cial da União”.

A prova –que rece­beu o nome de Exame Naci­o­nal de Ingresso na Car­reira Docente– será feita pelo Inep (Ins­ti­tuto Naci­o­nal de Estu­dos e Pes­qui­sas Edu­ca­ci­o­nais Aní­sio Tei­xeira) e vai ava­liar conhe­ci­men­tos, com­pe­tên­cias e habi­li­da­des dos can­di­da­tos ao ingresso na docên­cia do ensino básico e fun­da­men­tal. O sis­tema de ava­li­a­ção será seme­lhante ao do Enem (Exame Naci­o­nal do Ensino Médio).

Com a nota adqui­rida na prova, o pro­fes­sor poderá ingres­sar em qual­quer rede de ensino que esteja cadas­trada no pro­grama. De acordo com texto publi­cado no “Diá­rio Ofi­cial”, as Secre­ta­rias de Edu­ca­ção inte­res­sa­das em uti­li­zar os resul­ta­dos da prova deve­rão for­ma­li­zar ade­são no Inep. Já a forma de uti­li­za­ção dos resul­ta­dos será deter­mi­nada por cada secre­ta­ria que aderir.

O Inep já rea­liza desde a semana pas­sada uma con­sulta pública sobre o con­teúdo que deve ser exi­gido de um pro­fes­sor que ingressa na edu­ca­ção infan­til ou no ensino fun­da­men­tal. Pes­soas e ins­ti­tui­ções podem par­ti­ci­par pelo site do Inep.

“As cola­bo­ra­ções devem ser fei­tas a par­tir de um sis­tema que lista 16 temas cen­trais, cada um com uma série de tópi­cos rela­ci­o­na­dos às habi­li­da­des a serem demons­tra­das pelos can­di­da­tos a pro­fes­sor”, diz infor­ma­ção no site do Inep.

Infor­ma­ções como datas de rea­li­za­ção da prova, valor da ins­cri­ção ainda não foram defi­ni­dos e devem ser escla­re­ci­dos em nova por­ta­ria publi­cada pelo Inep.

O que você acha dessa mudança? Opine!

Fonte: Folha Online

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MEC divulga resultado oficial do Enem 2009; confira suas notas

teste para vestibular

O MEC (Minis­té­rio da Edu­ca­ção), divul­gou nesta quinta-feira (28) o resul­tado do Enem (Exame Naci­o­nal do Ensino Médio) 2009. Mais de 2,5 milhões de can­di­da­tos fize­ram as pro­vas e podem usar a nota em busca de vagas em universidades.

Cli­que aqui:E con­fira as notas no site do MEC

No site é pos­sí­vel aces­sar os desem­pe­nhos indi­vi­du­ais nas pro­vas do Enem de duas manei­ras: com o CPF e a senha con­tida no car­tão de con­fir­ma­ção, envi­ado aos ins­cri­tos pelos cor­reios, ou com o número de ins­cri­ção para o exame, mais a senha.

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Meninas vão melhor em matemática em países com mais igualdade

Um estudo rea­li­zado nos Esta­dos Uni­dos mos­tra que, em paí­ses onde há mais igual­dade entre os sexos, as meni­nas ten­dem a ter um melhor desem­pe­nho em mate­má­tica do que os meni­nos — ape­sar de terem menos con­fi­ança que eles na maté­ria.
A pes­quisa, rea­li­zada em três uni­ver­si­da­des ame­ri­ca­nas e publi­cada na revista da Asso­ci­a­ção Ame­ri­cana de Psi­co­lo­gia, mos­tra ainda que a falta de con­fi­ança das meni­nas em suas habi­li­da­des, em todo o mundo, pode expli­car por que elas aca­bam optando menos por car­rei­ras em ciên­cia, tec­no­lo­gia, enge­nha­ria e mate­má­tica.
“Este­reó­ti­pos sobre infe­ri­o­ri­dade femi­nina em mate­má­tica são um con­traste claro com os ver­da­dei­ros dados cien­tí­fi­cos”, disse Nicole Else-Quest, pro­fes­sora de psi­co­lo­gia da Vil­la­nova Uni­ver­sity e prin­ci­pal autora do estudo.
“Nos­sos resul­ta­dos mos­tram que as meni­nas obtêm os mes­mos resul­ta­dos que os meni­nos quando rece­bem as fer­ra­men­tas edu­ca­ci­o­nais cor­re­tas e têm mode­los de mulhe­res que fazem sucesso na car­reira cien­tí­fica.”
Else-Quest e sua equipe ana­li­sa­ram dados de dois estu­dos inter­na­ci­o­nais que, jun­tos, englo­bam mais de 493 mil estu­dan­tes entre 14 e 16 anos, em 69 paí­ses.
Um estudo se con­cen­tra no conhe­ci­mento geral do aluno sobre mate­má­tica, e o outro ava­lia a habi­li­dade de cada um de usar suas habi­li­da­des mate­má­ti­cas no mundo real, além de veri­fi­ca­rem o nível de con­fi­ança do estu­dante e o quanto acre­di­ta­vam que saber mate­má­tica seria impor­tante em suas car­rei­ras.
Segundo os cien­tis­tas, os resul­ta­dos apre­sen­ta­vam pou­cas dife­ren­ças em rela­ção ao sexo do aluno, mas havia mui­tas vari­a­ções entre meni­nos e meni­nas de país para país.
Os pes­qui­sa­do­res tam­bém per­ce­be­ram que, em paí­ses onde o nível da edu­ca­ção das mulhe­res e seu envol­vi­mento polí­tico era melhor, as meni­nas ten­diam a ter um melhor desem­pe­nho em mate­má­tica.
“Esta aná­lise nos mos­tra que, enquanto a qua­li­dade da edu­ca­ção e o cur­rí­culo afe­tam o apren­di­zado das cri­an­ças, tam­bém pesam o valor que esco­las, pro­fes­so­res e pais dão a ele. As meni­nas podem ter um desem­pe­nho igual ao dos meni­nos se forem incen­ti­va­das”, afir­mou Else-Quest.

Fonte: Por­tal Terra

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Morre aos 83 anos homem que ensinou as máquinas a pensar

Quando cri­ança, Ray Solo­mo­noff desen­vol­veu uma pai­xão pelos teo­re­mas mate­má­ti­cos que dura­ria toda a vida e, na ado­les­cên­cia, se dei­xou cati­var pela ideia de criar máqui­nas capa­zes de apren­der e, um dia, de pen­sar. Em 1952 ele foi apre­sen­tado a Mar­vin Minsky, cien­tista cog­ni­tivo que tam­bém estava explo­rando a ideia de máqui­nas apren­di­zes, e ao jovem mate­má­tico John McCarthy. Pas­sa­dos qua­tro anos, os três, com a ajuda de outros setes cien­tis­tas, haviam cri­ado um novo campo de tra­ba­lho, como parte do Pro­jeto de Pes­quisa de Verão do Dart­mouth Col­lege, ao qual deram o nome de inte­li­gên­cia artificial.

O tra­ba­lho rea­li­zado por eles se tor­nou um marco no campo da inte­li­gên­cia arti­fi­cial (termo cunhado por McCarthy, então pro­fes­sor de mate­má­tica no Dart­mouth) e no da com­pu­ta­ção moderna. O grupo propôs um pro­grama de estu­dos que afir­mava que “o estudo deve pro­ce­der com base na con­jec­tura de que cada aspecto de apren­di­zado ou qual­quer outro recurso de inte­li­gên­cia pode, em prin­cí­pio, ser des­crito com tama­nha pre­ci­são que uma máquina seria capaz de simulá-lo”.

No verão seguinte, Allen Newell, J. C. Shaw e Her­bert Simon, pes­qui­sa­do­res do Ins­ti­tuto Car­ne­gie de Tec­no­lo­gia (hoje Uni­ver­si­dade Car­ne­gie Mel­lon), desen­vol­ve­ram um pro­grama para des­co­brir pro­vas de teo­re­mas lógi­cos. Simu­lado manu­al­mente em 1955, o pro­grama, cha­mado Logic The­o­rist, foi demons­trado na con­fe­rên­cia de Dart­mouth naquele ano e é con­si­de­rado como o pri­meiro esforço de cri­a­ção de um pro­grama de inte­li­gên­cia artificial.

Solo­mo­noff, que mor­reu no último dia 7 de dezem­bro, em Bos­ton, aos 83 anos, mas cuja morte não foi divul­gada publi­ca­mente, mer­gu­lhou ainda mais nesse campo em 1960, quando desen­vol­veu a ideia de pro­ba­bi­li­dade algorítmica.

A ideia emer­giu de seu esforço para enfren­tar o pro­blema da indu­ção: dada uma longa sequên­cia de sím­bo­los que des­cre­vesse even­tos reais, de que forma se pode­ria extra­po­lar a sequên­cia? A ideia deu ori­gem a uma nova abor­da­gem quanto à teo­ria da pro­ba­bi­li­dade. Solo­mo­noff con­ti­nuou tra­ba­lhando e foi pio­neiro na apli­ca­ção da teo­ria da pro­ba­bi­li­dade à solu­ção de pro­ble­mas de inte­li­gên­cia arti­fi­cial. Mas nos anos 60 e 70 ele estava à frente de sua era e a abor­da­gem que pro­pu­nha ini­ci­al­mente teve pouco impacto sobre o campo de estu­dos. Mais recen­te­mente, a teo­ria pro­ba­bi­lís­tica ganhou pres­tí­gio entre os pes­qui­sa­do­res da inte­li­gên­cia arti­fi­cial e é hoje a abor­da­gem dominante.

“Ray rea­li­zou tra­ba­lhos ini­ci­ais sobre as fun­da­ções teó­ri­cas des­ses sis­te­mas, con­cen­trado em com­pre­en­der como gerar e desig­nar pro­ba­bi­li­da­des de sequên­cias de sím­bo­los, que podiam ser mape­a­das de forma a enfren­tar o desa­fio de pre­ver o que acon­te­cer a seguir, tendo por base aquilo que tenha sido visto até o momento em ques­tão”, disse Eric Hor­vitz, cien­tista da com­pu­ta­ção na Micro­soft e ex-presidente da Asso­ci­a­ção para o Pro­gresso da Inte­li­gên­cia Arti­fi­cial. “Para além de seu tra­ba­lho téc­nico de fun­da­men­tos”, disse Hor­vitz, Solo­mo­noff tam­bém foi “um pro­po­nente apai­xo­nado da abor­da­gem pro­ba­bi­lís­tica na inte­li­gên­cia arti­fi­cial, com a pro­messa de criar sis­te­mas de com­pu­ta­ção capa­zes de apren­der e de raci­o­ci­nar em situ­a­ções de incerteza”.

O tra­ba­lho que ele rea­li­zou no começo dos anos 60 ante­cede as pes­qui­sas do mate­má­tico russo Andrei Kol­mo­go­rov, um pio­neiro nas pes­qui­sas da teo­ria da infor­ma­ção, que pos­te­ri­or­mente reco­nhe­ceu a influên­cia do tra­ba­lho de Solo­mo­noff sobre as suas pesquisas.

Solo­mo­noff pos­te­ri­or­mente pas­sou a se dedi­car às con­sequên­cias da inte­li­gên­cia arti­fi­cial. Em 1985, ele escre­veu um estudo que espe­cu­lava sobre o custo e o tempo que seriam neces­sá­rios para desen­vol­ver uma máquina com inte­li­gên­cia mui­tas vezes supe­rior à de um grupo de seres huma­nos. Ele defi­nia essa ques­tão como o “ponto infi­nito”. A ideia ante­cede a pre­ci­são do cien­tista da com­pu­ta­ção Ver­nor Vinge, que em 1993 espe­cu­lou sobre uma evo­lu­ção seme­lhante na inte­li­gên­cia mecâ­nica, que ele defi­niu como “a singularidade”.

Nas­cido em Cle­ve­land em 25 de julho de 1926, Solo­mo­noff era filho de imi­gran­tes rus­sos, Julius e Sarah Solo­mo­noff. Ele estu­dou Física na Uni­ver­si­dade de Chi­cago e con­se­guiu seu mes­trado em 1951. Feroz­mente inde­pen­dente, ele tra­ba­lhou de maneira autô­noma por boa parte de sua vida, assu­mindo pos­tos em diver­sas ins­ti­tui­ções como pro­fes­sor visi­tante. Em 2001, ele foi pro­fes­sor visi­tante no Ins­ti­tuto Dalle Molle de Inte­li­gên­cia Arti­fi­cial, em Lugano, Suíça, e mais recen­te­mente exer­ceu o mesmo papel no Cen­tro de Pes­quisa e Apren­di­zado de Com­pu­ta­ção na Uni­ver­si­dade de Londres.

Ele deixa a mulher, Grace, que infor­mou que a causa de sua morte foi um aneu­risma cere­bral rom­pido. Solo­mo­noff vivia em Cam­bridge, Mas­sa­chu­setts, e tam­bém tinha uma casa em New Ipswich, New Hampshire, que ele mesmo cons­truiu e era aque­cida por duas filei­ras de lâm­pa­das no teto, um feito tor­nado pos­sí­vel pelo pesado iso­la­mento que ele ins­ta­lou e por cober­tu­ras iso­lan­tes para as janelas.

Fonte: Por­tal Terra

Tra­du­ção: Paulo Migli­acci ME

The New York Times (John Markoff)

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Matemática: Fraco investimento no ensino é problema mundial.

Coim­bra, 31 Out (Lusa) — O fraco inves­ti­mento no ensino da Mate­má­tica é “um grande pro­blema a nível mun­dial”, afir­mou Jaime Car­va­lho e Silva, que em Janeiro assume o cargo de secretário-geral da ICMI — Comis­são Inter­na­ci­o­nal para a Ins­tru­ção da Matemática.

“Há um grande pro­blema a nível mun­dial, que é a Edu­ca­ção não ser ver­da­dei­ra­mente uma pri­o­ri­dade, por­que não dá lucro a curto prazo”, disse o docente uni­ver­si­tá­rio, em decla­ra­ções à Lusa, fri­sando que a situ­a­ção atinge até os paí­ses mais ricos. Mesmo quando o inves­ti­mento é assu­mido, afirma, a Mate­má­tica é das áreas menos favorecidas.

Jaime Car­va­lho da Silva é o pri­meiro por­tu­guês a ser eleito (Julho de 2008) secretário-geral da ICMI, que con­grega 85 paí­ses. Sucede ao cana­di­ano Ber­nard Hodg­son, da Uni­ver­si­dade Laval.

Fonte:Por­tal Visao

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Veja o ranking do Enade 2008

enade 2008

enade 2008

O MEC (Minis­té­rio da Edu­a­ção) divul­gou os dados do Enade (Exame Naci­o­nal de Desem­pe­nho de Estu­dan­tes) 2008, nesta quinta-feira (3). A nota de cada facul­dade é um indi­ca­dor da qua­li­dade do ensino. No país, uma em cada três gra­du­a­ções ava­li­a­das teve nota ruim (con­cei­tos 1 e 2).

RANKING DOS CURSOS*
Arqui­te­tura e urbanismo ran­king
Bio­lo­gia ran­king
Com­pu­ta­ção e informática ran­king
Ciên­cias sociais ran­king
Enge­nha­ria — grupo 1 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 2 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 3 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 4 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 5 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 6 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 7 ran­king
Enge­nha­ria — grupo 8 ran­king
Filo­so­fia ran­king
Física ran­king
Geo­gra­fia ran­king
His­tó­ria ran­king
Letras ran­king
Mate­má­tica ran­king
Peda­go­gia ran­king
Quí­mica ran­king
Tec­no­lo­gia em alimentos ran­king
Tec­no­lo­gia em aná­lise de sistemas ran­king
Tec­no­lo­gia em auto­ma­ção industrial ran­king
Tec­no­lo­gia em cons­tru­ção de edifícios ran­king
Tec­no­lo­gia em fabri­ca­ção mecânica ran­king
Tec­no­lo­gia em ges­tão da pro­du­ção industrial ran­king
Tec­no­lo­gia em manu­ten­ção industrial ran­king
Tec­no­lo­gia em pro­ces­sos químicos ran­king
Tec­no­lo­gia em redes de computadores ran­king
Tec­no­lo­gia em sane­a­mento ambiental ran­king
* Os arqui­vos estão em .xls
Área

O con­ceito Enade mede a for­ma­ção do uni­ver­si­tá­rio em fase de con­cluir seu curso. Assim, o baixo desem­pe­nho é um indi­ca­dor de que a for­ma­ção de quem vai ingres­sar no mer­cado de tra­ba­lho deixa a desejar.

Cada curso de gra­du­a­ção pode tirar nota de 1 a 5 — 1 e 2 são con­si­de­ra­dos desem­pe­nhos insa­tis­fa­tó­rios. Na última edi­ção da prova foram ava­li­a­dos 7.329 cur­sos — dos quais 4.819 obti­ve­ram con­cei­tos. As gra­du­a­ções que não tive­ram um número mínimo de con­cluin­tes fica­ram sem notas.

Para a aná­lise, excluí­mos os cur­sos sem con­ceito da conta. No total de cur­sos, 1.752 obti­ve­ram con­cei­tos 1 e 2 — o que repre­senta 36,4%. Entre as gra­du­a­ções de ponta (con­ceito 5), estão ape­nas 293 — o que mos­tra que exis­tem ape­nas seis bons cur­sos supe­ri­o­res em cada cem.

Quais os cur­sos ava­li­a­dos

Mais de 380 mil uni­ver­si­tá­rios fize­ram as pro­vas do Enade 2008 nas seguin­tes áreas do conhe­ci­mento: mate­má­tica, letras, física, quí­mica, bio­lo­gia, peda­go­gia, arqui­te­tura e urba­nismo, his­tó­ria, geo­gra­fia, filo­so­fia, com­pu­ta­ção, ciên­cias soci­ais e engenharia

Foram tam­bém ava­li­a­dos os cur­sos de tec­no­lo­gia em ali­men­tos, aná­lise e desen­vol­vi­mento de sis­te­mas, auto­ma­ção indus­trial, cons­tru­ção de edi­fí­cios, fabri­ca­ção mecâ­nica, ges­tão da pro­du­ção indus­trial, manu­ten­ção indus­trial, pro­ces­sos quí­mi­cos, redes de com­pu­ta­do­res e sane­a­mento ambiental.

Além do Enade

O MEC tam­bém divul­gou o CPC (Con­ceito Pre­li­mi­nar de Curso), que leva em conta a nota dos con­cluin­tes no Enade, mas tem outros fato­res. Veja sua composição:

  • 30% — IDD (Indi­ca­dor de Dife­rença entre os Desem­pe­nhos Obser­vado e Espe­rado), que mos­tra o quanto o aluno apren­deu na faculdade;
  • 15% — nota dos ingressantes;
  • 15% — nota dos concluintes;
  • 20% — pro­por­ção de pro­fes­so­res com doutorado;
  • 5% — pro­por­ção de pro­fes­so­res com mestrado;
  • 5% — regime de tra­ba­lho dos pro­fes­so­res (dedi­ca­ção par­cial ou integral);
  • 5% — boa infra­es­tru­tura, de acordo com a opi­nião dos alunos;
  • 5% — boa orga­ni­za­ção didático-pedagógica, segundo a opi­nião dos estudantes.

Veja abaixo, o ran­king das 5 melho­res e 5 pio­res no ENADE 2008 em Matemática.

enade2008_matematica

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ENADE:MEC divulga avaliação das instituições de ensino superior; veja lista

Segundo a Folha Online:

O Minis­té­rio da Edu­ca­ção divul­gou nesta segunda-feira o desem­pe­nho das ins­ti­tui­ções de ensino supe­rior ava­li­a­das no IGC (Índice Geral de Cur­sos da Ins­ti­tui­ção). Foram ava­li­a­das 2.000 uni­ver­si­da­des, sendo que ape­nas 21 obti­ve­ram nota máxima.

Uni­ver­si­da­des ava­li­a­das pelo MEC
Cen­tros uni­ver­si­tá­rios ava­li­a­dos pelo MEC
Índice Geral de Cur­sos da Ins­ti­tui­ção – Outros
A mai­o­ria, 884, obteve nota 3 no IGC –a escala vai de 1 a 5–, o que repre­senta satis­fa­tó­rio. Das 206 ins­ti­tui­ções públi­cas, 151 tive­ram notas iguais ou supe­ri­o­res a 3, infor­mou o MEC.

O indi­ca­dor, que foi divul­gado pela pri­meira vez no ano pas­sado, atri­bui notas às facul­da­des e uni­ver­si­da­des levando em con­si­de­ra­ção a qua­li­dade dos cur­sos de gra­du­a­ção e pós-graduação.

A nota da prova é um dos fato­res que com­põem o CPC (Con­ceito Pre­li­mi­nar de Curso), uti­li­zado para o cál­culo do IGC. O CPC tam­bém leva em conta as cha­ma­das “variá­veis de insumo”, que con­si­de­ram corpo docente, a infra­es­tru­tura e o pro­grama pedagógico.

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Veja o mapa da gripe suína no Brasil-02–09-2009

Segundo a Folha Online:

Ape­sar desta e das últi­mas con­fir­ma­ções pelos Esta­dos, as novas mor­tes ainda não foram con­ta­bi­li­za­das no balanço do Minis­té­rio da Saúde –que somava 557 mor­tes no país até o dia 22 de agosto. De acordo com os dados das secre­ta­rias esta­du­ais, entre­tanto, o número de óbitos já é de, pelo menos, 604.

dados nacionais da gripe A

dados naci­o­nais da gripe A

Segundo dados ante­ri­o­res o Bra­sil é o líder no ran­king mun­dial do número de óbitos, em con­sequên­cia da gripe A, em núme­ros abso­lu­tos e o 7º na taxa de mortalidade.

Veja os dados abaixo:

número de mortes por causa da gripe A

número de mor­tes por causa da gripe A

taxa de mortalidade por causa da gripe A

taxa de mor­ta­li­dade por causa da gripe A

E segundo o Minis­té­rio da Saúde e a OMS (Orga­ni­za­ção Mun­dial da Saúde)  o vírus da gripe A, com­pe­tindo com a gripe Sazo­nal, já é pre­do­mi­nante, sendo que a cada 100 casos de gripe  77% estão infec­ta­dos pelo vírus da gripe A. Porém, na mai­o­ria dos casos, a gripe apre­senta sin­to­mas leves.

Veja mais…

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