Archive for category História

História do Infinito

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre: His­tó­ria do Infinito


Pales­trante: Thiane

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

,

Nenhum comentário.

Matemática e Música

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre Mate­má­tica e Música


Pales­trante: Maíra e Deividi

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

,

Nenhum comentário.

Jean Le Rond D’Alembert

Jean Le Rond D’Alembert aban­do­nado quando pequeno nos degraus da igreja de St. Jean Bap­tista de Rond, perto de Notre-Dame, em Paris, foi ado­tado por um humilde casal. Mais tarde descobriu-se que seu pai era o gene­ral da arti­lha­ria Che­va­lier Des­tou­ches e sua mãe a aris­to­crá­tica escri­tora Madame de Tenoim mas D’Alembert, quando se tor­nou famoso mate­má­tico, pre­fe­riu ser reco­nhe­cido como filho de seus pais ado­ti­vos.
Teve ampla ins­tru­ção em Direito, Medi­cina, Ciên­cias e Mate­má­tica, cola­bo­rando com Dide­rot nos 28 volu­mes da “Enci­clo­pé­dia”.
Em 1754 tornou-se secre­tá­rio per­pé­tuo da “Aca­de­mia das Ciên­cias” e já era o mais influ­ente cien­tista fran­cês.
D’ Alem­bert man­ti­nha cor­res­pon­dên­cia com Euler cujos inte­res­ses eram muito pare­ci­dos quanto aos loga­rit­mos de núme­ros nega­ti­vos, mas achava dis­cu­tí­vel o uso de séries infi­ni­tas de Euler e tam­bém fazia obje­ções sobre seu con­ceito de dife­ren­ci­ais.
Achando fun­da­men­tal a idéia de limite no Cál­culo, che­gou a defi­nir esse con­ceito em um de seus escri­tos, porém, sua defi­ni­ção não foi tão clara como as de Leib­niz e Euler. D’Alembert negava a idéia que temos hoje sobre infi­nito pois pen­sava em gran­de­zas geo­mé­tri­cas e não em teo­ria dos con­jun­tos.
Uma de suas pre­o­cu­pa­ções bási­cas era a prova de que toda ope­ra­ção algé­brica efe­tu­ada sobre núme­ros com­ple­xos resul­ta­ria em número com­plexo mos­trando que o sis­tema for­mado por eles é alge­bri­ca­mente fechado, admi­tindo que um cál­culo de variá­veis com­ple­xas segui­ria o mesmo esquema do cál­culo para com­bi­na­ções algé­bri­cas de variá­veis reais.
Em “Teo­ria das Pro­ba­bi­li­da­des”, assim como Euler, escre­veu sobre pro­ble­mas de expec­ta­tiva de vida, valor de uma uni­dade, lote­rias, opondo-se mui­tas vezes às idéias da época como na pro­ba­bi­li­dade de obter cara em dois lan­ça­men­tos de uma moeda que para ele seria 2/3 e não 3/4 como é usual.
D’ Alem­bert, em seu “Tra­tado de Dinâ­mica” enun­ciou seu céle­bre prin­cí­pio: “as ações e rea­ções inter­nas de um sis­tema de cor­pos rígi­dos em movi­mento estão em equi­lí­brio”.
Em con­seqüên­cia de suas ati­vi­da­des e sendo amigo de Vol­taire e outros filó­so­fos, foi um dos que abri­ram cami­nho para a Revo­lu­ção Fran­cesa, mas mor­reu antes da queda da Bas­ti­lha, no mesmo ano que Euler.
Jean Le R. D’Alembert (1717 — 1783)

Bibli­o­gra­fia: Fun­da­men­tos de Mate­má­tica Ele­men­tar
Gel­son Iezzi
Atual Editora

Fonte: Cal­culu

Para saber mais: Wiki­pe­dia

, , , ,

Nenhum comentário.

Abel

Niels Hen­rik Abel de famí­lia nume­rosa e pobre, era filho do pas­tor da pequena aldeia de Fíndo, na Noru­ega.
Aos 17 anos, seu pro­fes­sor insis­tiu para que lesse as gran­des obras mate­má­ti­cas, inclu­sive as “Disquí­sí­ti­o­nes” (Pes­qui­sas) de Gauss. Nesta época, Abel con­se­guiu gene­ra­li­zar o teo­rema bino­mial que Euler só havia pro­vado para potên­cias raci­o­nais.
Aos 18 anos per­deu o pai e suas res­pon­sa­bi­li­da­des fica­ram mai­o­res quanto à famí­lia, mas mesmo assim con­ti­nuou pes­qui­sando e, em 1824, publi­cou num artigo a prova de que se o grau de uma equa­ção é maior que qua­tro, não existe uma fór­mula geral em fun­ção de seus coe­fi­ci­en­tes para achar suas raí­zes. Esta era uma dúvida que pre­o­cu­pava os mate­má­ti­cos há muito tempo e que agora estava resol­vida. Uma prova neste aspecto foi dada por Ruf­fini, ante­ri­or­mente, mas pas­sou desa­per­ce­bida e por isso hoje conhe­ce­mos este resul­tado como o “Teo­rema de Abel-Ruffini”, um dos mais impor­tan­tes da Mate­má­tica.
Seu nome tam­bém está ligado a gru­pos abe­li­a­nos, ou comu­ta­ti­vos, e alguns de seus resul­ta­dos foram publi­ca­dos no Jor­nal de Crelle.
Em 1826, Abel visi­tou Legen­dre e Cau­chy em Paris, numa ten­ta­tiva de mos­trar suas des­co­ber­tas mas não obteve êxito e numa de suas car­tas a um amigo escre­veu “Todo prin­ci­pi­ante tem muita difi­cul­dade em se fazer notar aqui. Aca­bei um extenso tra­tado sobre cer­tas clas­ses de fun­ções trans­cen­den­tes mas M. Cau­chy não se dig­nou a olhá-lo”.
Abel espe­rava obter um posto de pro­fes­sor em alguma Uni­ver­si­dade e por isso dei­xou suas memó­rias com Cau­chy para que fos­sem exa­mi­na­das mas este logo as per­deu e fica­ram esque­ci­das.
Devido á falta de recur­sos mor­reu aos 26 anos, de tuber­cu­lose, dei­xando pro­fun­dos e impor­tan­tes resul­ta­dos em Álge­bra e Teo­ria dos Núme­ros.
Dois dias após sua morte che­gou final­mente a carta infor­mando que havia sido nome­ado pro­fes­sor na Uni­ver­si­dade de Ber­lim.
Em 1830, Cau­chy achou os manus­cri­tos de Abel que foram publi­ca­dos em 1841 pelo I ins­ti­tuto Fran­cês e que Legen­dre clas­si­fi­cou como “um monu­mento mais durá­vel que o bronze”, con­tendo impor­tan­tes gene­ra­li­za­ções sobre fun­ções elíticas.

Niels H. Abel ( 1802 — 1829)

Bibli­o­gra­fia: Fun­da­men­tos de Mate­má­tica Ele­men­tar
Gel­son Iezzi

Fonte: Cal­culu

Para saber mais: Wiki­pe­dia

, , , ,

Nenhum comentário.

Leonardo da Vinci: matemático

[iframe: src=“http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/davinci/matematico.htm” width=“100%” height=“3500” scrolling=“no” frameborder=“0” ]

Fonte: Um tra­ba­lho foi rea­li­zado, por alu­nos, no âmbito da dis­ci­plina deSemi­ná­rio Temá­tico, lec­ci­o­nada pela Pro­fes­sora Olga Pombo, quando fre­quen­tá­va­mos o  4º ano da Licen­ci­a­tura de Ensino da Mate­má­tica, no ano lec­tivo de 2002/2003.

Facul­dade de Ciên­cias da Uni­ver­side de Lis­boa, aces­sado em 24 de novem­bro de 2009.

, , , , , , , , ,

Nenhum comentário.

Tales de Mileto

[iframe: src=“http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm28/tales.htm” width=“100%” height=“4000” scrolling=“no” frameborder=“0” ] 

Fonte:http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm28/tales.htm

Bio­gra­fia de Tales de Mileto

Fonte: Wiki­pé­dia, a enci­clo­pé­dia livre.

, , , ,

Nenhum comentário.

Discurso Radiofônico de David Hilbert

Dis­curso Radi­ofô­nico
de David Hilbert 

(Koe­nigs­berg, em 8 de Setem­bro de 1930)

David HilbertO ins­tru­mento que serve como inter­me­diá­rio entre teo­ria e prá­tica, entre pen­sa­mento e obser­va­ção, é a Mate­má­tica. Ela cons­trói a ponte de liga­ção e consolida-a per­ma­nen­te­mente. Daqui resulta que toda a nossa cul­tura con­tem­po­râ­nea, na medida em que assenta na com­pre­en­são e domí­nio da Natu­reza para fins prá­ti­cos, encon­tra os seus fun­da­men­tos na Matemática.

Já dizia Gali­leu: “Só pode com­pre­en­der a Natu­reza quem esteja fami­li­a­ri­zado com a sua lin­gua­gem e com os sinais com que ela nos fala”. Ora, esta lin­gua­gem é a Mate­má­tica e estes sinais são as for­mas matemáticas..

Kant afir­mou: “Man­te­nho que, em cada ciên­cia par­ti­cu­lar, só se encon­tra con­teúdo pro­pri­a­mente cien­tí­fico na medida em que tenha con­teúdo matemático”.

De facto, não se domina uma teo­ria cien­tí­fica enquanto ela não for des­cas­cada e redu­zida ao seu núcleo mate­má­tico. Sem mate­má­tica, a astro­no­mia e a física de hoje seriam impos­sí­veis. Estas ciên­cias, nas suas par­tes teó­ri­cas, dissolvem-se com­ple­ta­mente na Mate­má­tica. É a elas, bem como a nume­ro­sas outras apli­ca­ções, que a Mate­má­tica deve o apreço de que des­fruta junto do grande público.

Ape­sar disso, todos os mate­má­ti­cos se recu­sa­ram a acei­tar que as apli­ca­ções ser­vis­sem como medida do valor da Matemática.

Gauss fala da atra­ção mágica que fez da teo­ria dos núme­ros a dis­ci­plina pre­di­leta dos pri­mei­ros mate­má­ti­cos. Isto sem levar em conta a ines­go­tá­vel riqueza desta teo­ria, que excede, em muito, a dos outros ramos da Matemática.

Kro­nec­ker com­para os teó­ri­cos dos núme­ros aos Lotó­fa­gos, os quais, tendo uma vez sabo­re­ado essa delí­cia, não podem mais pas­sar sem ela.

A Tols­toi, que tinha afir­mado ser a demanda da “Ciên­cia pela Ciên­cia” uma tolice, o grande mate­má­tico Poin­caré res­pon­deu com par­ti­cu­lar dureza, fazendo notar que as con­quis­tas da indús­tria, por exem­plo, nunca teriam visto a luz do dia se só tives­sem exis­tido homens prá­ti­cos e não os “tolos” desin­te­res­sa­dos que estão na ori­gem des­sas conquistas.

“A gló­ria do espí­rito humano” dizia Jacobi, o ilus­tre mate­má­tico de Koe­nigs­berg, “é o único pro­pó­sito de toda a ciência”.

Não deve­mos dar cré­dito àque­les que hoje ado­tam um tom filo­só­fico e um ar de supe­ri­o­ri­dade para pro­fe­ti­za­rem o declí­nio da cul­tura cien­tí­fica e se com­pra­ze­rem com o ignorabimus*.

Para nós, mate­má­ti­cos, não há igno­ra­bi­mus e, em minha opi­nião, para as ciên­cia natu­rais tam­bém não, de modo nenhum.

Em vez deste dis­pa­ra­tado igno­ra­bi­mus ado­te­mos, pelo con­trá­rio, a reso­lu­ção: Have­mos de saber — pode­mos saber !

Fonte: Prof. L. Fra­ser Mon­teiro — Depar­ta­mento de Física –Uni­ver­si­dade Nova de Lisboa

,

Nenhum comentário.

Há 150 anos era publicado livro sobre os paradoxos do infinito

Bernard Bolzano

Ber­nard Bolzano

Ber­nard Pla­ci­dus Johann Nepo­muk Bol­zano (Praga, Boé­mia, actual Repú­blica Checa, 5 de Outu­bro de 1781 — id., 18 de Dezem­bro de 1848) foi um mate­má­tico, teó­logo e filó­sofo da antiga Boé­mia, que pes­qui­sou tam­bém pro­ble­mas liga­dos ao espaço, à força e à pro­pa­ga­ção de ondas.

Há 150 anos era publi­cado livro sobre os para­do­xos do infi­nito
Os limi­tes da Mate­má­tica Clássica

Down­load

Fon­tes:
Wiki­pe­dia
Depto. Mate­má­tica da Uni­ver­si­dade Fede­ral de Pernambuco

, , ,

Nenhum comentário.

Há 150 anos era proposto por Riemann um novo modelo de Geometria

Riemann

Rie­mann

Georg Fri­e­drich Ber­nhard Rie­mann (Bre­se­lenz, Reino de Hanô­ver, 17 de Setem­bro de 1826 — Selasca, Itá­lia, 20 de Junho de 1866) foi um mate­má­tico ale­mão, com con­tri­bui­ções fun­da­men­tais para a aná­lise e a geo­me­tria diferencial.

Para saber mais…

Down­load

Fonte:http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/intervalo.htm, aces­sado em 03÷10÷09

Related Posts with Thumbnails

, , , ,

Nenhum comentário.

Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes