Archive for category Matemática

Documentário: A História da Matemática– 4º Episódio – Rumo ao Infinito e Mais Além

Esta série memo­rá­vel apre­sen­tada pelo pro­fes­sor Mar­cus du Sau­toy da Uni­ver­si­dade de Oxford, leva-nos numa via­gem que o irá levar atra­vés dos tem­pos e à volta do mundo a paí­ses como o Egipto, a China, a Índia, a Rús­sia, o Médio Ori­ente a Europa e os Esta­dos Uni­dos da Amé­rica.
Os epi­só­dios desta série ambi­ci­osa ofe­re­cem expli­ca­ções cla­ras e aces­sí­veis de ideias mate­má­ti­cas impor­tan­tes, mas tam­bém nos conta his­tó­rias cati­van­tes, por­me­no­res bio­grá­fi­cos fas­ci­nan­tes e epi­só­dios cen­trais nas vidas dos mai­o­res mate­má­ti­cos.
Inte­res­sante, escla­re­ce­dora e diver­tida, esta série ofe­rece aos espec­ta­do­res vis­lum­bres novos e extra­or­di­ná­rios rela­ti­va­mente à impor­tân­cia da Mate­má­tica, esta­be­le­cendo esta dis­ci­plina como um dos mai­o­res fei­tos cul­tu­rais da Humanidade.

A His­tó­ria da Mate­má­tica (The story of maths) foi esco­lhido como Melhor Docu­men­tá­rio pro­du­zido, no ano de 2009, pela esta­ção BBC, em votação.

1º Epi­só­dio – A Lin­gua­gem do Universo

2º Epi­só­dio – O Gênio do Oriente

3º Epi­só­dio - As Fron­tei­ras do Espaço

4º Epi­só­dio – Rumo ao Infi­nito e Mais Além

No último epi­só­dio desta série, Mar­cus du Sau­toy abor­dará alguns dos mai­o­res pro­ble­mas mate­má­ti­cos do século XX pro­pos­tos por David Hil­bert em 1900 e as his­tó­rias dos homens e mulhe­res que luta­ram para con­se­guir solucioná-los.
Desde os tra­ba­lhos de Can­tor sobre os infi­ni­tos, a teo­ria do caos des­co­berta por Henri Poin­caré, os gran­des dile­mas colo­ca­dos por Gödel, amigo íntimo de Eins­tein, o tra­ba­lho de Paul Cohen sobre os dife­ren­tes tipos de mate­má­tica exis­ten­tes, a Geo­me­tria Algé­brica de André Weil e as novas lin­gua­gens mate­má­ti­cas de Galois, Julia Robin­son e Grothendieck.

4º Epi­só­dio – Rumo ao Infi­nito e Mais Além:

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Documentário: A História da Matemática– 3º Episódio — As Fronteiras do Espaço

Esta série memo­rá­vel apre­sen­tada pelo pro­fes­sor Mar­cus du Sau­toy da Uni­ver­si­dade de Oxford, leva-nos numa via­gem que o irá levar atra­vés dos tem­pos e à volta do mundo a paí­ses como o Egipto, a China, a Índia, a Rús­sia, o Médio Ori­ente a Europa e os Esta­dos Uni­dos da Amé­rica.
Os epi­só­dios desta série ambi­ci­osa ofe­re­cem expli­ca­ções cla­ras e aces­sí­veis de ideias mate­má­ti­cas impor­tan­tes, mas tam­bém nos conta his­tó­rias cati­van­tes, por­me­no­res bio­grá­fi­cos fas­ci­nan­tes e epi­só­dios cen­trais nas vidas dos mai­o­res mate­má­ti­cos.
Inte­res­sante, escla­re­ce­dora e diver­tida, esta série ofe­rece aos espec­ta­do­res vis­lum­bres novos e extra­or­di­ná­rios rela­ti­va­mente à impor­tân­cia da Mate­má­tica, esta­be­le­cendo esta dis­ci­plina como um dos mai­o­res fei­tos cul­tu­rais da Humanidade.

A His­tó­ria da Mate­má­tica (The story of maths) foi esco­lhido como Melhor Docu­men­tá­rio pro­du­zido, no ano de 2009, pela esta­ção BBC, em votação.

1º Epi­só­dio – A Lin­gua­gem do Universo

2º Epi­só­dio – O Gênio do Oriente

3º Epi­só­dio - As Fron­tei­ras do Espaço

No século XVII, a Europa tornou-se no cen­tro mate­má­tico do mundo. Tinham sido dados gran­des pas­sos na com­pre­en­são da geo­me­tria dos objec­tos fixos no espaço e no tempo. Che­gava a altura de pro­cu­rar des­ven­dar a mate­má­tica que des­creve os objec­tos em movi­mento.
Mar­cus du Sau­toy irá visi­tar a França de René Des­car­tes um grande mate­má­tico que con­se­guiu jun­tar a Geo­me­tria e a Álge­bra. Ana­li­sará as pro­pri­e­da­des dos núme­ros pri­mos que foram des­co­ber­tas por Fer­mat e que hoje usa­mos na nossa tec­no­lo­gia moderna.
Segue-se a mate­má­tica de New­ton e Leib­niz onde será con­tada a his­tó­ria de anta­go­nismo exis­tente entre dois dos mai­o­res cére­bros mate­má­ti­cos da His­tó­ria. Por fim, ana­li­sa­re­mos as impli­ca­ções nas nos­sas vidas das des­co­ber­tas mate­má­ti­cas de mais três gigan­tes da Mate­má­tica: Gauss, Euler e Riemann.

3º Epi­só­dio — As Fron­tei­ras do Espaço:

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Documentário: A História da Matemática– 2º Episódio – O Gênio do Oriente

Esta série memo­rá­vel apre­sen­tada pelo pro­fes­sor Mar­cus du Sau­toy da Uni­ver­si­dade de Oxford, leva-nos numa via­gem que o irá levar atra­vés dos tem­pos e à volta do mundo a paí­ses como o Egipto, a China, a Índia, a Rús­sia, o Médio Ori­ente a Europa e os Esta­dos Uni­dos da Amé­rica.
Os epi­só­dios desta série ambi­ci­osa ofe­re­cem expli­ca­ções cla­ras e aces­sí­veis de ideias mate­má­ti­cas impor­tan­tes, mas tam­bém nos conta his­tó­rias cati­van­tes, por­me­no­res bio­grá­fi­cos fas­ci­nan­tes e epi­só­dios cen­trais nas vidas dos mai­o­res mate­má­ti­cos.
Inte­res­sante, escla­re­ce­dora e diver­tida, esta série ofe­rece aos espec­ta­do­res vis­lum­bres novos e extra­or­di­ná­rios rela­ti­va­mente à impor­tân­cia da Mate­má­tica, esta­be­le­cendo esta dis­ci­plina como um dos mai­o­res fei­tos cul­tu­rais da Humanidade.

A His­tó­ria da Mate­má­tica (The story of maths) foi esco­lhido como Melhor Docu­men­tá­rio pro­du­zido, no ano de 2009, pela esta­ção BBC, em votação.

Epi­só­dio 1 – A Lin­gua­gem do Universo

Epi­só­dio 2 – O Gênio do Oriente

Mar­cus du Sau­toy irá visi­tar o Ori­ente neste epi­só­dio. Enquanto a Europa estava mer­gu­lhada na Idade das Tre­vas, a Mate­má­tica avan­çava no Ori­ente, nome­a­da­mente na China e na Índia, e mais tarde no Médio Ori­ente.
Ana­li­sa­re­mos as mai­o­res des­co­ber­tas mate­má­ti­cas deste período, altura em que sur­giu o sis­tema de nota­ção deci­mal, o zero, a Álge­bra e a Tri­go­no­me­tria, avan­ços obti­dos gra­ças às men­tes de Ch’in Ju Xiao, Madhava, Omar Khayyam, Muham­mad al-Khwarizmi, Fibo­nacci e Tartaglia.

Epi­só­dio 2 – O Gênio do Ori­ente:

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Documentário: A História da Matemática– 1º Episódio – A Linguagem do Universo

Esta série memo­rá­vel apre­sen­tada pelo pro­fes­sor Mar­cus du Sau­toy da Uni­ver­si­dade de Oxford, leva-nos numa via­gem que o irá levar atra­vés dos tem­pos e à volta do mundo a paí­ses como o Egipto, a China, a Índia, a Rús­sia, o Médio Ori­ente a Europa e os Esta­dos Uni­dos da Amé­rica.
Os epi­só­dios desta série ambi­ci­osa ofe­re­cem expli­ca­ções cla­ras e aces­sí­veis de ideias mate­má­ti­cas impor­tan­tes, mas tam­bém nos conta his­tó­rias cati­van­tes, por­me­no­res bio­grá­fi­cos fas­ci­nan­tes e epi­só­dios cen­trais nas vidas dos mai­o­res mate­má­ti­cos.
Inte­res­sante, escla­re­ce­dora e diver­tida, esta série ofe­rece aos espec­ta­do­res vis­lum­bres novos e extra­or­di­ná­rios rela­ti­va­mente à impor­tân­cia da Mate­má­tica, esta­be­le­cendo esta dis­ci­plina como um dos mai­o­res fei­tos cul­tu­rais da Humanidade.

A His­tó­ria da Mate­má­tica (The story of maths) foi esco­lhido como Melhor Docu­men­tá­rio pro­du­zido, no ano de 2009, pela esta­ção BBC, em votação.

Epi­só­dio 1 – A Lin­gua­gem do Universo

Neste pri­meiro epi­só­dio, Mar­cus du Sau­toy irá olhar para a impor­tân­cia que a Mate­má­tica tem para as nos­sas vidas, antes de ana­li­sar a mate­má­tica do Antigo Egipto, Meso­po­tâ­mia e Gré­cia, abor­dando a mate­má­tica da cons­tru­ção das pirâ­mi­des, a des­co­berta do Pi, a impor­tân­cia dos tri­ân­gu­los rec­tân­gu­los e da geo­me­tria grega, onde pon­ti­fi­ca­ram os gran­des nomes de Pla­tão, Pitá­go­ras, Eucli­des e Arquimedes.

1º Epi­só­dio – A Lin­gua­gem do Universo:

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História do Infinito

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre: His­tó­ria do Infinito


Pales­trante: Thiane

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

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Matemática e Música

Jor­nada na His­tó­ria da Mate­má­tica, rea­li­zada em 2008 no PET Mate­má­tica

Pales­tra sobre Mate­má­tica e Música


Pales­trante: Maíra e Deividi

Fonte:PET Mate­má­tica

Down­load: Mate­ma­ti­ca­e­Mu­sica

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O limite dos grandes números — Superinteressante

Segundo artigo publi­cado na revista super interessante:

núme­ros

Ao longo des­ses anos, abor­da­mos várias vezes um assunto apa­ren­te­mente cor­ri­queiro, mas que de fato é ins­ti­gante: os núme­ros e o modo de escrevê-los. Ano pas­sado, uma aluna, Fer­nanda, mandou-me um texto onde dizia: “Pro­fes­sor, com freqüên­cia me sur­pre­endi com a fas­ci­nante ques­tão dos­nú­me­ros gran­des e de como eles são com­ple­ta­mente dife­ren­tes dos núme­ro­sin­fi­ni­tos. Isso pode pare­cer bobo, mas eu nunca havia pen­sado nesta questão”.

Saiba, Fer­nanda, que isso não tem nada de bobo. Não é de hoje que núme­ros­muito gran­des têm fas­ci­nado os homens. Em seu belo livro Um, Dois, Três,… Infi­nito, George Gamow regis­tra núme­ros muito, mas muito gran­des, mas que, dife­ren­te­mente dos núme­ros infi­ni­tos, “pode­riam ser escri­tos até a última deci­mal”. Um bom exem­plo é o número esti­mado de átomos do Uni­verso: 3 X 1074.

O expo­ente 74 escrito à direita da base 10 indica que o 10 deve ser mul­ti­pli­cado por 10, e a seguir por 10, e assim por diante, setenta e qua­tro vezes. Se você tes­tar 103, 104 etc., verá que 1074 é o número 1 seguido de 74 zeros:

3 X 1074 = 300 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000000000000000000000.

Mas esse modo sin­té­tico de escre­ver gran­des núme­ros não era difun­dido na Antigüi­dade e se usar­mos os sis­te­mas anti­gos de nume­ra­ção tere­mos grande tra­ba­lho para escre­ver até número muito, muito meno­res do que 3 X 1074. Se você tem dúvida, veja como se escreve, usando sím­bo­los egíp­cios, o número 9 837:

Homens de gênio ocu­pa­ram se da tarefa de usar núme­ros muito gran­des. Um belo exem­plo desse esforço foi rea­li­zado no século III a.C. por Arqui­me­des. Naquela época, acreditava-se que o Uni­verso era limi­tado por uma enorme esfera de cris­tal onde esta­vam pre­sas as estre­las. Aris­tarco de Samos cal­cu­lou a dis­tân­cia entre a Terra e a capa esfé­rica de cris­tal em dez bilhões de está­dios (medida da época), apro­xi­ma­da­mente um bilhão e 609 milhões de quilômetros.

Arqui­me­des cal­cu­lou então o número de grãos de areia neces­sá­rios para encher todo o Uni­verso conhe­cido na época: 1063, 1 acom­pa­nhado de 63 zeros!

Há um livro escrito por Edward Kas­ner e James Neu­mann, cuja edi­ção em por­tu­guês está infe­liz­mente esgo­tada, cha­mado Mate­má­tica e Ima­gi­na­ção. Nele se encon­tra o regis­tro curi­oso do fato do dr. Kas­ner ter pedido a um sobri­nho (de nove anos) que desse um nome para o número for­mado pelo 1 acom­pa­nhado de 100 zeros (10100), e o garoto res­pon­deu: “gugol”. O garoto per­ce­beu que esse número muito grande era [mito — daí ter um nome. E com uma men­ta­li­dade somente pos­sí­vel nos sábios e nas cri­an­ças, criou um número muito maior que o “gugol”, e maior ainda que um “gugol de gugóis”. Chamou-o de “gugol­plex”: esse grande (muito grande mesmo) número é 1 acom­pa­nhado de um gugol de zeros, ou seja lO gugol = 10(1010°).

Núme­ros como o gugol e o gugol­plex apa­re­cem com freqüên­cia em pro­ble­mas mate­má­ti­cos. Saiba tam­bém que se fos­se­mos encher de grãos de areia o Uni­verso conhe­cido no tempo em que Gamow escre­veu seu livro pre­ci­sa­ría­mos de 101°°, ou seja, um gugol de grãos (maior do que o número de átomos, por­que o Uni­verso não é total­mente pre­en­chido por estes últimos).

Fonte: O limite dos gran­des núme­ros — Supe­rin­te­res­sante.

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Livro Didático Público de Matemática

Título: Livro Didá­tico Público de Matemática

Alice Kazue Takahashi Lopes
Clau­dia Vanessa Cavi­chi­olo
Daisy Maria Rodri­gues
Doni­zete Gon­çal­ves da Cruz
Loreni Apa­re­cida Fer­reira Bal­din
Mar­cia Vivi­ane Bar­betta Manosso
Mírian Lon­ga­retti
Neusa Idick Scher­pinski
Roberto José Medei­ros Junior

Gênero: Edu­ca­tivo

Ao longo de todos esses anos, você tem estu­dado Mate­má­tica e, pro­va­vel­mente, con­se­gue reco­nhe­cer algu­mas situ­a­ções em que ela é fun­da­men­tal e está mais evi­dente. Diante das situ­a­ções viven­ci­a­das no coti­di­ano de seus estu­dos e pes­qui­sas, você já se ques­ti­o­nou sobre:

O que é Mate­má­tica? Para que ela serve? Quando vou usá-la?

Parece difí­cil pen­sar res­pos­tas em pou­cas pala­vras por­que a impres­são que temos é que sem­pre pode­re­mos complementá-las. Isto se deve ao fato da Mate­má­tica ter sido cons­truída ao longo da his­tó­ria da huma­ni­dade e quase sem­pre rela­ci­o­nada com outras áreas do conhe­ci­mento. E você faz parte dessa his­tó­ria de cons­tru­ção! Alguma vez você já pen­sou sobre isso?

A mate­má­tica é uma ciên­cia que pro­vém da cons­tru­ção humana, seus con­cei­tos sur­gi­ram da neces­si­dade do homem resol­ver situ­a­ções­pro­blema. Essas situ­a­ções nor­mal­mente estão rela­ci­o­na­das com outras áreas, mas nem sem­pre, em momen­tos que fica­mos diante de uma situ­a­ção real, per­ce­be­mos que esta­mos usando con­cei­tos mate­má­ti­cos, mas eles estão pre­sen­tes. Afi­nal, a mate­má­tica não é ape­nas uma dis­ci­plina, é uma forma de pen­sar que deve estar ao alcance de todos. Sendo assim, somos capa­zes de apren­der mate­má­tica, inde­pen­dente do meio social que esta­mos inse­ri­dos, uma vez que ela é parte inte­grante de nos­sas raí­zes culturais.

Con­tem­pla­mos neste livro os con­teú­dos estru­tu­ran­tes – Núme­ros e Álge­bra, Fun­ções, Geo­me­trias e Tra­ta­mento da Infor­ma­ção –, os quais não se esgo­tam nas abor­da­gens esco­lhi­das pelos auto­res, sendo pos­sí­veis mui­tas outras.

Opta­mos por não apre­sen­tar, sem­pre que pos­sí­vel, as defi­ni­ções e demons­tra­ções das rela­ções mate­má­ti­cas, para que você, aluno, par­ti­cipe da cons­tru­ção das mes­mas e que, dessa forma, a mate­má­tica lhe pos­si­bi­lite lei­tu­ras de mundo, con­tri­buindo na for­ma­ção do seu pen­sa­mento mate­má­tico crí­tico, o qual influi nas toma­das de deci­sões em diver­sas ações do coti­di­ano. E por que essa con­cep­ção para se abor­dar con­teú­dos de matemática?

Isso se deve ao fato de que no ensino da Mate­má­tica esco­lar tem se enfa­ti­zado méto­dos que se fun­da­men­tam no rigor das demons­tra­ções mate­má­ti­cas. Essa prá­tica favo­rece o cará­ter mera­mente uti­li­tá­rio, que cria con­di­ções para o manejo mecâ­nico do objeto mate­má­tico de forma a resol­ver situações-problema, sem a devida pre­o­cu­pa­ção de bus­car a vali­dade e acei­ta­ção científica.

Ela­bo­ra­mos esses tex­tos com o obje­tivo de que você, estu­dante, con­ceba a Mate­má­tica como uma ciên­cia a ser expe­ri­en­ci­ada. Assim, é pos­sí­vel vivenciá-la por meio de situações-problema do seu coti­di­ano, pos­si­bi­li­tando a explo­ra­ção dos con­cei­tos mate­má­ti­cos atra­vés de ati­vi­da­des, pelas quais possa enten­der os seus significados.

Nessa con­cep­ção, valorizam-se as dis­tin­tas manei­ras de mani­fes­ta­ção do conhe­ci­mento mate­má­tico, ou seja, as quan­ti­da­des e as for­mas espa­ci­ais como meio para pro­du­zir­mos um raci­o­cí­nio e uma lógica mate­má­tica a par­tir das situ­a­ções liga­das às nos­sas expe­ri­ên­cias pes­so­ais e coletivas.

Essas idéias aqui defen­di­das nos per­mi­tem pen­sar em uma prá­tica de ensino de mate­má­tica numa pers­pec­tiva crí­tica, que arti­cula o conhe­ci­mento mate­má­tico com as outras áreas, con­tri­buindo na solu­ção de pro­ble­mas pre­sen­tes no meio social, polí­tico, econô­mico e his­tó­rico no qual nos inserimos.

No ensino da Mate­má­tica, a abor­da­gem expe­ri­en­ci­ada pelo valor for­ma­tivo pos­si­bi­lita a você, estu­dante, criar no seu ima­gi­ná­rio, uma heu­rís­tica que, por meio da ela­bo­ra­ção de hipó­te­ses, ori­ente a busca de solu­ções para as situações-problema. Uma abor­da­gem inte­res­sante para nós é a que leva em con­si­de­ra­ção o valor esté­tico. Esta pos­si­bi­lita por meio da geo­me­tria, inter­vir na mudança do espaço onde cir­cu­la­mos e vive­mos, resul­tado do espí­rito inven­tivo do ser humano, que faz a pes­soa per­ce­ber a beleza atra­vés da apre­ci­a­ção, sen­si­bi­li­dade e, por con­se­guinte, de esta­dos emo­ci­o­nais diversos.

As pro­du­ções que fazem parte deste Livro Didá­tico Público da Dis­ci­plina de Mate­má­tica, pro­cu­ram par­tir de situ­a­ções de nossa vivên­cia e con­si­de­ram a inves­ti­ga­ção mate­má­tica como fun­da­mento teórico-metodológico para dire­ci­o­nar a prá­tica docente. Sendo assim, ao resol­ver um pro­blema mate­má­tico, pen­sa­mos nos estu­dan­tes usando eta­pas, tais como: a obser­va­ção, a explo­ra­ção, a for­mu­la­ção de con­jec turas, a pes­quisa teó­rica, a con­fir­ma­ção das con­jec­tu­ras e, final­mente, a vali­da­ção ou refu­ta­ção das conjecturas.

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OBMEP — 2010: Gabarito, Provas e Soluções

OBMEP_2010

1ª Fase

Pro­vas

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Solu­ções

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Fonte: OBMEP

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E se houvesse apenas 100 pessoas no mundo?

A esta­tís­tica e os resul­ta­dos de uma amos­tra questionam:

E você, con­corda com esses resultados?

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